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Tempos de Crise, Ansiedade, Medo e Depressão - Medo, como vencer os seus

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  • 24 de Jul de 2015
  • Sheila Almeida
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Aquele que não tem medo, mesmo que lá no íntimo, atire a primeira pedra! Esta afirmativa se dá por sermos seres humanos, passíveis desses sentimentos e emoções, existe uma infinidade de fatores desencadeantes do medo, que podem acometer pessoas em todas as faixas etárias, podem ser passageiros, assim como tornar-se psicopatológicos.

O que é medo? Quais os sinais e sintomas do medo? O medo é patológico? O medo significa a mesma coisa que fobia? O que pode estar por detrás das fobias? Partindo deste princípio, o medo é caracterizado por referir-se a um objeto mais ou menos preciso. O medo se apresenta em escalas até a sua inativação, ou seja, ele vai paulatinamente tomando uma proporção até que o indivíduo tenha seus sentimentos e emoções estabilizados, dividindo-se em seis fases de acordo com o grau de extensão e imensidão, são eles: 1. Prudência; 2. Cautela; 3. Alarme; 4. Ansiedade; 5. Pânico (medo intenso); 6. Terror (medo intensíssimo).

O medo é uma alteração das emoções e dos sentimentos, também é fundamental para a nossa autopreservação. Já imaginou se não o tivéssemos? O que seríamos capazes de fazer? Atravessar uma rua sem temer a um possível acidente, pôr em risco a própria vida. O medo não é uma emoção patológica, mas algo universal dos animais superiores e do homem. O medo é um estado de progressiva insegurança e angústia, de impotência e invalidez crescentes, ante a impressão iminente de que sucederá algo que queríamos evitar e que progressivamente nos consideramos menos capazes de fazer.

No que tange às fobias, pode-se dizer que são medos exacerbados, desproporcionais, limitantes e psicopatológicos. Um dos sinais é a própria evitação, o indivíduo evita falar e se aproximar, até mesmo mudar a rotina por conta desse medo, podendo ter sua vida pessoal e social comprometida e ameaçada, passando a sofrer por isso. São medos determinados psicopatologicamente, desproporcionais e incompatíveis com as possibilidades de perigo real oferecidas pelos desencadeantes, chamados de objetos ou situações fobígenas.

Assim o indivíduo tem um medo terrível e desproporcional de entrar em um elevador, ou de gatos, ou de contato com pessoas desconhecidas. No indivíduo fóbico o contato com os objetos ou situações fobígenas desencadeia, muito frequentemente uma intensa crise de ansiedade. O indivíduo fóbico vivencia além da angústia e da vergonha, sintomas observáveis, uma série de reações corporais, alterações somáticas causadas pelo estado de exposição ao objeto do medo.

Como toda emoção, o medo pode provocar efeitos contrastados segundo os indivíduos e as circunstâncias, o até reações alteradas em uma mesma pessoa: a aceleração dos movimentos do coração ou sua diminuição; uma respiração demasiadamente rápida ou lenta; uma contração ou uma dilatação dos vasos sanguíneos; uma hiper ou uma hipo-secreção das glândulas; constipação, um comportamento de imobilização ou uma exteriorização violenta. 

TAGS: medo, insegurança, apreensão, preocupação, terror, vulnerabilidade, fobias, pânico, estresse, enfrentamento

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