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Tipos de emoções

  • 13 de Fev de 2020
  • Sheila Almeida
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As nossas emoções são geradas através de estímulos, que podem vir de um acontecimento ou de um sentimento. Embora os indivíduos possam ter reações diferentes uns dos outros, todos podem experimentar uma extensa lista de tipos de emoções, que inicialmente acreditava-se que contava com apenas sete nuances, mas que hoje já foram descobertas muitas outras. Entender como cada emoção se manifesta no seu corpo e na sua mente é um ótimo exercício de autoconhecimento e o caminho para adquirir a inteligência emocional.

O psicólogo norte-americano Paul Ekman é um dos pioneiros nas pesquisas relacionadas às emoções humanas. Em seu primeiro estudo, realizado através da observação da expressão facial de diversas pessoas, identificou as seis principais emoções humanas, que são: alegria, tristeza, raiva, nojo, medo, desprezo e surpresa. Mais recentemente, outra pesquisa foi feita, dessa vez por especialistas nos Estados Unidos, foram detectados mais vinte e sete tipos de manifestações emocionais.

Vale lembrar que todos os seres humanos possuem condições de desenvolver e experimentar todas essas emoções, o que não significa que isso irá acontecer, pois as primárias, que foram as descobertas por Ekman, são as únicas universais, que estão sempre presentes, por assim dizer. Todo o restante pode variar de acordo com a cultura de cada povo e região. Confira, a seguir, uma lista com os tipos de emoções identificados e saiba mais a respeito de cada uma delas.

  • Admiração: grande respeito e consideração em relação a alguém.
  • Adoração: intenso apreço por uma pessoa ou divindade, a ponto de venerá-la.
  • Alegria: estado de grande satisfação e contentamento.
  • Alívio: sensação de ter se livrado de uma grande carga, seja ela emocional ou física.
  • Anseio: grande preocupação em relação a algo que ainda não aconteceu.
  • Ansiedade: impaciência e agonia em relação a um acontecimento futuro.
  • Apreciação Estética: contemplar a aparência de uma pessoa, objeto ou ambiente.
  • Arrebatamento: agir de maneira precipitada.
  •  Calma: grande sensação de tranquilidade e paz.
  •  Confusão: desordem de pensamentos.
  •  Desejo: querer algo com grande intensidade.
  •  Dor Empática: se compadecer com o sofrimento do outro.
  •  Espanto: levar um susto após presenciar algo inesperado.
  •  Estranhamento: desconforto ao presenciar algo que considera incomum.
  •  Excitação: estado de intensa agitação.
  •  Horror: sentir  repulsa por algo que lhe pareça ameaçador.
  •  Inveja: incômodo em relação à felicidade de outra pessoa.
  • Interesse: sentir que algo que é digno de atenção.
  •  Medo: sensação de perigo que pode gerar paralisia ou fuga.
  •  Nojo: repulsa por algo que considera desagradável.
  •  Nostalgia: melancolia em relação a algo que aconteceu no passado e do qual se sente falta.
  •  Raiva: sensação de grande irritação que, muitas vezes, priva o indivíduo de raciocinar.
  •  Romance: emoção direcionada a alguém por quem se está apaixonado.
  •  Satisfação: contentamento que se sente quando o que deseja acontece.
  •  Surpresa: alegrar-se em relação a uma situação inesperada.
  •  Tédio: desgosto em relação a algo que parece não ter fim; seja um dia de trabalho ou sem nada para fazer.
  •  Tristeza: falta de alegria causada por algum desgosto.

Cada uma das emoções humanas pode se manifestar de diferentes maneiras, como através de ações, expressões faciais ou corporais, tom de voz, recuperação de lembranças, entre outras. A tristeza, por exemplo, pode gerar o choro e uma postura cabisbaixa. Assim como a alegria gera o sorriso, o medo resulta em paralisia ou fuga e a nostalgia traz lembranças do passado. É incrível pensar como cada emoção pode promover alguma reação dentro de nós e influenciar o nosso comportamento.

Vale lembrar que, inicialmente, tudo isso acontece de forma involuntária, ou seja, sem que se possa perceber. Entretanto, através de autoconhecimento e treino é perfeitamente possível reconhecer cada uma e saber como elas se manifestam no seu interior e nas suas ações. É esse o caminho para desenvolver sua inteligência emocional e assumir o controle em relação aos seus sentimentos e emoções, não para que deixe de senti-los, o que seria impossível, mas sim para administrá-los e usá-los ao seu favor.

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